Seleção tomou conta do podcast e, o grupo brasileiro, recebeu muitos elogios (Rafael Ribeiro-CBF)
A partir de agora, o blog terá um podcast, em parceria com
os amigos Lucas Imbroinise e Thomaz Santos.
Porém, mais do que um produto deste blog, este é um podcast desses amigos e de
outros que possam aparecer eventualmente neste espaço.
Será um programa de rádio para falarmos de futebol
internacional, o primeiro tem pouco mais de uma hora e o segundo programa deve
sair no final do mês.
Os assuntos:
- últimos jogos da seleção brasileira
- alternativas para o grupo, praticamente, fechado de Luiz
Felipe Scolari
- Bale era o jogador que o Real Madrid precisava?
- Özil, o “top player” ideal para o Arsenal
- Tottenham agindo bem no mercado
- Briga interessante na parte de cima da tabela da Premier
League
- Bayern e Guardiola, combinam?
- Capacidade de reconstrução do Borussia Dortmund
Segue o player:
Então, é isso, espero que possam divulgar o nosso podcast,
fiquem à vontade para criticar e mandar sugestões para o programa.
Júlio César chora no adeus ao Giuseppe Meazza (Inter.it)
Não escondo de ninguém o tanto que torço pela Internazionale, por isso, resolvi escrever esta postagem. O título é uma referência ao adeus de Júlio César no Giuseppe Meazza e quer dizer, “Obrigado, Júlio César”.
Depois de sete anos em Appiano Gentile, JC vai para Londres, defender o Queens Park Rangers. Na Inter, ganhou tudo e foi importante em tudo que venceu – foram 14 taças. Em 2009-10, era o goleiro titular do triplete e teve participação fundamental. Na semifinal, contra o Barcelona de Messi, o brasileiro fez uma defesa espetacular em chute do melhor do mundo. No período em que esteve nos nerazzurri, Julione sempre figurou entre os melhores do mundo e chegou a ser o número um do planeta por uma temporada.
Ao acertar a transferência, o camisa um nerazzurro fez questão de dizer que queria se despedir da torcida no estádio. E isto aconteceu hoje, na partida frente ao Vaslui, em que o empate por 2 a 2, garantiu a Inter na fase de grupos da Liga Europa. Antes da bola rolar, Julione tirou uma foto com o grupo e agradeceu pelo apoio que os torcedores lhe ofereceram durante todo o tempo em que vestiu a camisa do clube. No momento da despedida, o brasileiro chegou a chorar e eu confesso fui às lágrimas com Julione. A torcida colaborou com o momento e, além de aplaudir, fez a saudação tradicional ao camisa 12: "Júlio César lálálálá".
Protagonistas brasileiros se foram
Maicon, Júlio César, Lúcio, Philippe Coutinho e Thiago Motta comemoraram juntos o Mundial Interclubes de 2010 (AP Photo)
No time titular do triplete,estavam Júlio César, Maicon, Lúcio e o ítalo-brasileiro Thiago Motta, que alternava entre o banco e a titularidade. No início de 2012, Thiago foi negociado para o PSG e, no começo da temporada, o zagueiro já havia sido liberado para assinar com a Juventus. Com a saída de JC e a quase certa venda de Maicon para o Manchester City, os nerazzurri ficarão sem os principais brasileiros da história recente do clube.
O jogador verde e amarelo do elenco que parece com mais condições de assumir o protagonismo exercido pelos ex-companheiros é Philippe Coutinho. O agora camisa sete nerazzurro está na Itália desde 2010 e tem evoluído bem no clube, principalmente, depois do empréstimo, no início deste ano, ao Espanyol. Cout parece ter a confiança plena do técnico Andrea Stramaccioni. O brasileiro ainda não é titular, mas é membro importante no elenco interista. A temporada 2012-13 tem tudo para ser a da afirmação Coutinho na Europa.
Sobre as saídas de Maicon e Júlio César, o presidente Massimo Moratti declarou: "eu já fiz isso (sobre liberá-los). É triste para nós, mas isso também vai motivá-los a ter um melhor desempenho daqui pra frente. Nós gostamos muito deles e A INTER SEMPRE SERÁ A CASA DELES".
Maicon voltou a ser titular, o que não acontecia desde a eliminação para a Holanda na Copa de 2010, mas ele não deve mais perder a vaga entre os 11 (Ricardo Matsukawa/Terra)
Assim como Uruguai e Argentina, o Brasil venceu em sua última partida na primeira fase. O jogo foi difícil e a tranquilidade só apareceu aos 15 do segundo tempo, quando Pato marcou pela segunda vez. Mano entrou em campo com o esquema habitual, o 4-2-3-1, mas novamente mudou o time: desta vez, Maicon foi o titular na lateral-direita e Robinho voltou à linha de três armadores do meio-campo.
Os adversários entraram com um esquema semelhante. 4-4-1-1, pois Méndez o meia-atacante pelo centro tinha menos obrigação na marcação. Desde o início, os volantes brasileiros estavam muito longe dos meias, e era nesse espaço que os equatorianos incomodavam os canarinhos. Para piorar, Thiago Silva não vivia grande dia. Robinho no meio também não mostrava o porquê de ter retornado ao time titular.
O gol saiu dos pés de um dos mais criticados: André Santos cruzou e Pato antecipou a zaga e jogou de cabeça para as redes. Quarta assistência do criticado André Santos e quarto gol de Pato na “Era Mano”, os líderes em seus quesitos. Porém, Júlio César falhou feio e Caicedo empatou. PVC, comentarista da ESPN, definiu bem o lance: “Não pode tomar gol inciado em tiro de meta e a jogada foi cheia de erros, mas o pior deles foi o de JC”.
O Brasil voltou a respirar tranquilo, aos três do segundo tempo, quando Neymar igualou Pato na artilharia da “Era Mano”. O passe foi de Ganso, líder em assistências da CA 2011. Mas a defesa não jogava bem e falhou de novo. Maicon – o melhor em campo – afastou a bola da área, mas no rebote Noboa teve o tempo necessário para descobrir Caicedo, que limpou Thiago Silva com extrema facilidade e marcou, em mais uma falha de Júlio César – menos grave, desta vez.
Ganso e Neymar apareceram novamente para recolocar o Brasil na frente. A movimentação dos homens ofensivos ficou clara no terceiro gol. A bola foi recuperada pelo camisa dez, após muita pressão na saída de bola equatoriana, e Neymar fez o resto. Mas o gol foi de Pato, que aproveitou o rebote do goleiro Elizaga, em chute do camisa 11 verde e amarelo.
Aos 26, o Brasil finalmente se garantiu na primeira colocação e nas quartas de final. O melhor em campo, Maicon fez ótima jogada pela direita e cruzou rasteiro para o camisa 11 marcar. Pronto, 4 a 2, em uma partida que os canarinhos não executaram grande partida. Neymar, Pato e Maicon foram os destaques. Mas, novamente, os volantes ficaram devendo e eles são fundamentais ao bom funcionamento do 4-2-3-1.
Agora o próximo desafio é o Paraguai, que já dificultou a vida do Brasil na Copa América 2011. Para vencer a albirroja está claro: os canarinhos terão que jogar mais.
Três títulos em uma temporada isso que 09/10 reservou para os adeptos nerazzurri. Porém algo especial aconteceu, além das conquistas caseiras de Coppa Italia e Serie A (Quinta consecutiva), a Inter após 45 anos voltou a ser a equipe número um na Europa.
O abraço dos comandantes, José Mourinho cumpriu a sua missão - Inter.it
A última conquista da UEFA Champions League havia sido em 1963/64 e 64/65. Time que contava com o mago Helenio Herrera como treinador, que na conquista atual foi lembrado por José Mourinho, quando o treinador luso reviveu o esquema tático ultradefensivo: catenaccio.
Porém a maior semelhança, entre a “Grande Inter” e o time que conquistou a primeira tríplice coroa da história do futebol italiano, está na sala da presidência. No bicampeonato, Angelo Moratti era o presidente. O sobrenome não é mera coencidência, Massimo Moratti - atual presidente e dono da Interazionale desde 1995 – é o quarto filho do comandante da “Grande Inter”.
A difícil classificação
Uma campanha que não começou bem na Europa e a temporada já se desenhava para dominar nacionalmente sendo apenas um coadjuvante em ambito europeu. A estreia no Giuseppe Meazza colocou os nerazzurri frente ao esquadrão blaugrana, que havia vencido todas as competições disputadas no ano anterior e tinha Messi – O melhor do mundo.
Uma Inter covarde em casa, totalmente preocupada com a defesa. O jogo também marcou o reencontro de Ibrahimovic e Eto’o com suas antigas equipes. A equipe nerazzurra arrancou um 0x0, que mantinha os indícios de uma temporada sofrivél. Na Rússia contra o Rubin Kazan um 1x1, voltando para a Itália enfrentaria o Dynamo de Kiev. Depois de estar perdendo por 2x0, a equipe conseguiu o empate com gols de Samuel e Stankovic.
Com esses resultados a Internazionale confirmava os indícios, não conseguiria voltar a ser europeia. Porém a equipe resurgiu em Kiev, mesmo começando perdendo com um gol do antigo rival Sevchenko (Ex-jogador rossonero). A virada da Inter veio com gols de Milito aos 40 minutos da segunda etapa e o gol mais chorado da equipe na competiçao. Depois de muita confusão, Sneijder de carrinho colocou a bola na rede aos 44 minutos.
O jogo de volta contra o Barça foi um desastre, os nerazzurri não conseguiram segurar a força blaugrana. Resultado: 2x0. Na última rodada a Inter teria em casa o confronto direto pela segunda vaga do grupo com o Rubin Kazan. Foi lá que a nova estrela da Beneamata ocupou o posto de protagonista. Balotelli surgiu com uma assistência de letra para Eto’o abrir o placar e depois fez o segundo, um golaço em uma cobrança de falta de longa distância.
Vencer ou voltar para casa
Agora classificada a Inter teria um grande desafio, mais uma vez um clube inglês nas oitavas. O Chelsea seria o adversário da vez, nas duas temporadas anteriores Liverpool em 2007/08 e Manchester United em 2008/09 eliminaram o clube italiano nessa fase da competição.
A festa de Sneijder e Javier Zanetti com a comissão técnica em Stamford Bridge - AFP
Porém dessa vez a história foi diferente, gols de Milito e Cambiasso com Kalou descotnando colocaram os nerazzurri na frente dos blues. Mas ainda haveria o jogo em Stamford Bridge, a vantagem interista não era tão grande e poderia ser facilmente revertida pelo líder da Premier League.
Mas aquilo que Lúcio e Maicon chamaram de “a grande virada da Inter”, aconteceu. José Mourinho armou a equipe em um 4-3-3 clássico, com Pandev e Eto’o nas pontas e Milito como centroavante. A equipe nerazzurra não passou grandes sustos e Sneijder foi mágico, deu dois ótimos passes para cada atacante da Inter. Foi “El León indomable” o homem a decidir a partida. 0 X 1 com gol de Eto’o e vaga assegurada.
Um desafio um pouco mais fácil se desenhava nas quartas. A zebra da competição, o CSKA. No primeiro jogo em Milão a Inter dominou a partida e deu a impressão que venceria a hora em que quisesse. E mais uma vez o gol só foi aparecer com um passe de seu camisa dez e com finalização de Diego Milito.
Em Moscou seguiu o mesmo ritmo, mas o artilhero nerazzurro da vez foi Wesley Sneijder em cobrança de falta. 2 X 0 no placar agregado, mas uma notícia não muito boa para a torcida interista. A equipe teria que encarrar o Barcelona, a melhor equipe do mundo e que tinha em seu elenco o melhor jogador do mundo, Lionel Messi e vinha fazendo ótima campanha na competição.
A Grande batalha
Maicon anota um gol muito importante para a Inter - AFP
A “grande virada” já havia sido realizada. E no Giuseppe Meazza a história foi outra, o Barça até abriu o placar com jogada de Maxwell que Pedro completou. O 1 X 0 para os visitantes era um resultado ilusório. O empate surgiu em um passe de Eto’o pela direita, Milito rolou e Sneijder marcou.
A virada apareceu em um contra-ataque da Beneamata, Thiago Motta passou para Diego Milito, que esperou a ultrapassagem de Maicon para tocar pro lateral verde e amarelo marcar. O gol que deu a grande vantagem para a Inter, começou na direita e Sneijder desviou de cabeça para “El Principe”, em impedimento marcar o 3 X 1.
Eto'o comemora a classificação na sua antiga casa - Ag. Reuters
No Camp Nou a partida prometia ser difícil e com a expulsão de Thiago Motta a Inter teve que mudar seu estilo de jogo. Se posicionou apenas na defesa, relembrando o esquema ultradefensivo Catenaccio. Esquema tático criado e utilizado por Helenio Herrera no bicampeonato mundial da Internazionale em 1964 e 1965 que priorizava a defesa e o contra-ataque. Mas na Catalunha Mourinho não seguiu os ensinamentos do argentino, fez de seu jeito, abidicando totalmente do ataque.
Mourinho adotando essa postura mostrou o porque de ser “The Special One”. A ideia que colocou em campo deu certo, o Barcelona conseguiu furar o bloqueio só por duas vezes. Na primeira vez Piqué recebeu passe de Xavi, em ligeiro impedimento. O zagueiro se comportou como um atacante, e cortou Cordoba e Júlio César em um só drible e bateu para o gol livre.
A segunda vez, Piqué chutou e Samuel afastou para a bola explodir na mão de Y. Touré e se oferecer para Bojan marcar o gol. Tento posteriormente anulado, pelo toque de mão, porém não julguei a atitude como correta, pois a bola bateu na mão e foi totalmente involuntário.
Os nerazzurri foram recebidos por 5 mil pessoas no Aeoroporto Malpensa, Mourinho foi o mais assediado - Ag. Reuters
Vencer para fazer história
Muita coisa estava envolvida na final disputada no Santiago bernabéu. Os dois times chegavam a decisão como aspirantes a triplíce cora. Com o objetivo de repetir o Celtic de 1966/67, PSV Eindhoven de 1987/88, Manchester United 1998/89 e o Barcelona da temporada anterior.
A atmosfera era impressionante, vários ex-jogadores das duas equipes estavam no Santiago Bernabéu. As torcidas deram um show, a torcida do Bayern fez um mosaico com as cores o clube. Os nerazzurri fizeram um espetáculo maior ainda, utilizando-se de faixas e um mosaico também composto por bandeiras, que misturava o símbolo da Champions, com o da Inter e ainda nos lados, a bandeira italiana. E depois ainda chegaram 15 mil bandeiras para completar a festa.
Com a bola rolando, a equipe nerazzurra jogou como sempre. Deixou o Bayern ficar com a bola, mas sem sofrer uma pressão muito grande. Robben, o craque bávaro na competição pouco produziu na final de sábado. Mourinho mais uma vez teve méritos nisso, Chivu e Zanetti foram escalados pelo lado esquerdo nerazzurro – onde o dez do Bayern costuma atuar. Além disso, Cambiasso também voltava seus olhos para o craque holandês.
Para marcar seus dois tentos na partida, a Inter apostou em uma de suas principais caracteristícas – os contra-ataques. O primeiro surgiu em um lançamento do goleiro Júlio César, que Milito escorrou para Sneijder. O holandês esperou o momento certo para passar a bola ao companheiro, “El Principe” bateu por cima de Butt. Na comemoração o argentino já mostrava emoção, que posteriormente seria aumentada.
Diego Milito comemora o gol na final da Champions - Inter.it
O segundo estouro da torcida nerazzurra veio com Sneijder dominando uma bola e rapidamente passando para Eto’o. O camaronês conduziu a bola e logo a lançou para Diego Milito. O camisa 22 da Inter tinha a marcação de Van Buyten, porém ele não tomou conhecimento do belga. Após entortar o marcador, ele bateu para o gol e marcou. Na comemoração as lágrimas escorreram pelo seu rosto, o título estava cada vez mais perto.
Depois disso a equipe italiana só teve o trabalho de segurar as últimas tentativas do Bayern, que mesmo com mais atacantes não conseguiu penetrar no “Muro de Glórias” (Apelido dado ao sistema defensivo da Inter após o jogo contra o barça).
Glória infinita
O apito final de Howard Webb foi o último passo para a glória infinita. A alegria foi imensa de jogadores, comissão técnica e dos torcedores presentes no Bernabéu, uns choravam, já outros corriam sem destino, pulavam e festejavam com a torcida. Isso porque, foram 45 anos, pelo menos duas gerações, que viram a Inter sair do foco na Itália.
Pós-década de 60, os nerazzurri viram o seu maior rival ganhar cinco Champions, oito Campeonatos Italianos, enquanto a Inter conseguiu apenas 3 Copas UEFA e dois italianos. Com o “Calciocaos” que enfraqueceu Milan e Juventus parecia que a equipe de Appiano Gentile voltaria a dominar, porém isso só aconteceu na Itália. Fora dela a Inter ainda via o Milan tendo mais sucesso, mas a temporada 2009/10 mudou isso.
Antes de serem coroados como melhores da Europa, os jogadores interistas fizeram algo maravilhoso. Montaram um corredor, composto por eles mesmos, quandos os bávaros passaram por lá foram aplaudidos e cumprimentados. Uma das cenas mais emocionantes da decisão.
Javier Zanetti se emociona com o título - Inter.it
A consagração nerazzurra logo veio, um a um foram receber as merecidas medalhas. A fila foi puxada por Massimo Moratti, o importantíssimo presidente. O último era o incrédulo “Il Capitano” Javier Zanetti, atleta que na partida contra o Bayern completou seu jogo de número 700 com a camisa nerazzurra.
Momento de glória para "Il Capitano" - Inter.it
Após 15 anos finalmente tinha chegado o dia dele levantar a taça mais desejada da Europa. Quando Platini foi entregar a taça a Zanetti, o argentino balançou a cabeça como se não acreditasse no que ocorria. Mais um momento emocionante da premiação.
Mourinho segurava a bola da final como se fosse a sua taça. O português que já sabia que esse seria seu último jogo no comando da Inter se emocionou muito. Já na partida contra o Siena, que decidiu o título da Serie A, “The Special One” mostrou seu lado emotivo. Nos vestiários, Mou abraçou cada jogador, eles retribuiram cantando a música em homenagem ao treinador.
O treinador especial diz que sai da Inter em busca de desafio, e também pelo fato de nunca ter se adaptado ao extra-campo italiano. José Mourinho que com a conquista pela Inter tornou-se o quarto técnico a ganhar a UCL por dois times diferentes, e na coletiva de despedida disse desejar ser o primeiro a ganhar por três.
A Inter só tem a agradecer ao treinador português, que fez a equipe retornar às glórias internacionais.
Na volta a Milão os jogadores da Beneamata foram recebidos por aproximadamente 50 mil pessoas no Giuseppe Meazza. Um dos mais festejados foi Diego Milito, e com toda a razão. O atacante argentino foi o primeiro jogador na história a marcar gols em todas as decisões que deram a tríplice coroa a seu clube, e não satisfeito com isso, ele marcou todos os gols. Contra a Roma no Olimpico na final da Coppa Italia, no Siena no jogo que valeu a Serie A e a doppietta na final da UCL.
A Inter comandada por Moratti e Mourinho, com Júlio César; Maicon, Lúcio, Samuel, Zanetti; Thiago Motta, Cambiasso; Pandev, Sneijder, Eto’o; Diego Milito em campo e contando com os importantes reservas Toldo; Santon, Materazzi, Cordoba, Chivu; Muntari, Mariga, Stankovic; Balotelli já está na história. A grande dúvida é se o time conseguirá se manter no topo.